Goioerê

Vereadores rejeitam o ‘regime de urgência’ do projeto de piso salarial dos professores, mas a votação deve ocorrer ainda esta semana

Após ouvir um grupo de professores, os vereadores votaram pela rejeição do regime de urgência do projeto de lei que estabelece o piso salarial profissional para os educadores do município, enviado pela Prefeitura de Goioerê.
O projeto propõe um salário de R$ 4.420,55 para profissionais do magistério com carga horária de 40 horas e R$ 2.210,27 para aqueles que cumprem 20 horas semanais. A votação do projeto precisa ocorrer até o próximo dia 26 para que os professores possam receber o reajuste no pagamento de janeiro.
Com o fim do regime de urgência, o projeto seguirá o trâmite normal. Segundo os vereadores, a não aprovação do projeto nesta segunda-feira (22) ocorreu devido à falta de clareza no documento sobre o pagamento retroativo de 2023, referente à diferença do piso salarial.
Com seis vereadores presentes na sessão extraordinária, a votação foi de 5 a 1. A presidente da Câmara, Luci Alvino, afirmou que a retirada do pedido de urgência foi necessária para garantir o direito ao pagamento retroativo dos professores. “Apesar disso, vamos intensificar os trabalhos para que o projeto possa voltar ao plenário ainda esta semana”, declarou.
O vereador Fábio Plaza mencionou que a retirada do regime de urgência foi uma decisão prudente para ampliar o diálogo. Por sua vez, o vereador Patrik destacou que o objetivo é colocar o projeto em votação ainda na quinta-feira. Único voto contrário à rejeição do regime de urgência, o vereador Fabiano Barboza explicou que votou para garantir que os professores recebessem o aumento ainda em janeiro.

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